Andaluzia: Por Que Sempre Governa O PSOE Na Espanha?

Andaluzia: Por Que Sempre Governa O PSOE Na Espanha? 1

Alguns falam do voto cativo; outros, de inteligência emocional. Podemos expressar de nacionalismo na Andaluzia? Absolutamente, não. Existem empresas que reivindicam. Setores de Frente Andaluzia (Podemos-UI) até acreditam que há um episódio diferencial, entretanto a defesa da liberdade é assumida por todas as candidaturas, à exceção de Cs, algo mais quente. A maioria dos andaluzes inexistência de uma consciência identitária de ordem política. Seus governantes não questionam o sistema territorial ou reclamam a tua reforma.

Só querem dinheiro. A comoção de identidade que se concretiza em organizações coletivas, como a família, a turma de amigos, as entidades esportivas, as confrarias e grupos de outra meio ambiente – que continuam muito presente mesmo nas cidades. O denominador comum entre essas representações da Andaluzia não é o Parlamento. Nem a bandeira. São os serviços públicos: da educação, da saúde e da assistência social, as carências históricas.

segundo o Centro de Estudos Andaluzes da Diretoria, estes assuntos são os verdadeiros símbolos da consciência autônoma. Sua manutenção contribuiu pra hegemonia do PSOE. De forma paralela, a sua deterioração, muito acentuado nos últimos anos, por decisão da Junta de fazer cortes pra não tocar a administração paralela nem sequer a tua rede de pesebristas, é, neste instante, o seu calcanhar de Aquiles. Um fator que incertamente aparece nas análises feitas a partir de fora de Andaluzia. Em uma Gestão politizada, a cada um dos níveis, o real poder é o orçamento.

Quem o administra tira e põe reis, tece alianças interessadas e faz o domínio absoluto das empresas sociais. A desorganização entre o domínio público -a instituição – e o torcedor -o PSOE – tem sido uma permanente na vida pública de Andaluzia.

Desigualdade, desemprego e pobreza. Os ocupados andaluzes -3.032.700 pessoas – contribuem para as receitas públicas regionais por intermédio de um sistema fiscal insaciável, que lhes permite desfrutar do duvidosa honra de ser os cidadãos que pagam mais impostos de Portugal. Sua economia depende do setor de serviços, cujo tamanho supera a industrial, à construção e ao pai.

  • Irreparável bem como, esse avô que nunca chegou a ter
  • Escola Superior de Engenharia Mecânica e Elétrica da Unidade Azcapotzalco (ESIME UA)
  • Usuário que reporta: Jose Forum 04:Trinta e um 17 oct 2007 (CEST)
  • Engenharia Eletrônica

A elevada taxa de desemprego, que pune 898.Duzentos desempregados, 22,9% da população, oito pontos a mais que a média nacional, é o amplo calamidade da localidade. O tecido empresarial é muito fraco, nanico e está atomizado. É formado por organizações pequenas, familiares, das quais mais da metade não têm empregados. Apenas a 500 têm mais de 200 empregados. A mobilidade da mão de obra é escassa.

A gestão autônoma nas últimas quatro décadas, não conseguiu inserir à Andaluzia ao método de convergência europeu nem ao menos eliminou a desigualdade. Os índices de pobreza são alarmantes: o 37,3% da população (3,1 centenas de pessoas) está dentro das hipóteses de eliminação social.