A Cruz Do Fenômeno Da “Operação Triunfo”

A Cruz Do Fenômeno Da "Operação Triunfo" 1

As listas de sucessos musicais das rádios estão ocupadas por nomes de adolescentes que ninguém conhecia há alguns meses. Na tv, mais do mesmo, o fenômeno da “Operação Triunfo” arrasa. A cruz da moeda está nas salas de aula de música, onde, ao oposto do que em uma academia improvisada, de vida curta, centenas de alunos que estudam desde os oito aos 18 para compreender música.

da mão-de-Encarna Beltrão, professora de Harmonia, entrávamos no Conservatório de Música Mestre Vert, de Coimbra, um dos tantos que existem na comunidade autónoma da Comunidade Valenciana, com vasto tradição musical. No centro estão inscritas este ano 500 alunos.

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Embora o ano letivo acababou, ainda há quem aproveite pra testar a serenidade das manhãs e a magnífica luminosidade que se infiltra pelo pátio central do edifício velho do século XVIII. E é que, essencialmente, pra estudar a tocar qualquer aparelho, o que todos precisam fazer é realizar sem descanso, ao menos, duas horas diárias, conforme aconselha Encarna Beltrán, mesmo que os pirralhos reconhecem que não conseguem escoltar esta recomendação.

Javier Costa, diretor do Conservatório, sinaliza algumas dos defeitos com que se deparam os aspirantes a músicos profissionais, uma coisa que, nem por traço, conhecerão diversos cantores de moda, produtos de laboratório. Patricia Ordóñez, que encerrou em quinto curso de grau médio, corrobora essas palavras: “No próximo ano terei 8 disciplinas no instituto e seis do conservatório, além das horas que eu preciso ensaiar.

O principal problema é compatibilizar estudos”. Maria João está em residência de categoria média. Foi assim como estudante de balé clássico e de ter escolhido o piano como aparelho. Desde os nove anos, estuda no Conservatório de música de Coimbra e explica em que consiste essa corrida. “Escolhe um aparelho por intermédio do instante em que entra o centro e, também, estuda suposição musical, coral e, no grau médio, harmonia, música de câmara, piano complementar e orquestra”.

Novamente sai o questão das duas dichosas horas que, como mínimo, precisa-se ensaiar a cada dia. “Não irei prosseguir meus estudos de música quando o grau médio -sinaliza – por causa de eu desejo aprender Medicina e é inadmissível compatibilizar essas aulas com as de música em um conservatório superior.

São algumas as horas que você deve proporcionar a isto, depois vêm as oposições para agarrar praça e você tem que ser o mais incrível dos melhores. É uma profissão muito sacrificada e árduo”. O caso de Maria é o mais comum.

A maioria dos alunos, após ir 10 anos de tua existência estudando no Conservatório, acaba abandonando ao terminar o ensino médio. O caso de que as saídas profissionais sejam poucas e que os salários médios assim como não incentivam muito a estudar, são sem sombra de dúvida alguns dos motivos.

Patricia Ordóñez sim vai prosseguir a tua carreira de música. Deverá solicitar praça em um Conservatório de Música e passar umas provas de selecção. A partir daí vem o mais complicado, conquistar tornar-se profissional do clarinete e endereço, que são as especialidades que escolheu. Vai custar entre 6 e 10 anos.

Quer dizer, toda uma existência dedicada à música, porque neste local não valem meias tintas. Também tua posição a respeito do fenômeno “Operação Triunfo”, contudo insuficiente, porque “isso não vai comigo, eles fingem que aprendem em poucos meses, o que pra nós custa-nos quatrorze anos de idade”. A maioria das criancinhas chegam aos conservatórios da mão-de seus pais, que são quem os aficionan para a música clássica. Escolhem um aparelho já, todavia a maioria se ficam pelo caminho. Aos 8 anos, é árduo ter claro o que você quer fazer com tua vida.